Nos últimos anos uma série de ferramentas têm surgido para auxiliar as empresas nas dinâmicas de mercados. Por isso, entender o que é a computação em nuvem e sobreviver a partir delas é fundamental.

A partir da adoção de diversos mecanismos computacionais pelo mercado, algumas limitações podem surgir. Uma delas é a incapacidade dos armazenamentos locais de terem o seu nível expandido de forma que não precisem trocar um HD, por exemplo.

Ou seja, a adoção da computação em nuvem pode ser um agente facilitador de diversas dinâmicas do mercado.

Além disso, a partir da tendência do home office, o compartilhamento de algumas informações pode ser fundamental por meio desses mecanismos.

Supondo que uma fábrica de máquina de bordar industrial 4 cabeças tenha que compartilhar seus projetos com os stakeholders, ou seja com os acionistas, a computação em nuvem pode ser uma solução.

Assumir, portanto, essa perspectiva dentro das dinâmicas empresariais, pode garantir uma série de benefícios:

Há uma série de benefícios que esse tipo de adoção pode trazer para uma empresa. Contudo, é importante apontar os principais deles.

O primeiro ponto essencial é o compartilhamento de dados que esse tipo de ferramenta consegue obter.

Uma empresa que faz aulas para recém habilitados pode, por exemplo, compartilhar o seu prontuário em nuvem, compartilhando e armazenando os dados em um mesmo local.

Essa é uma facilidade que pode ser encontrada ao assumir esse tipo de perspectiva para uma empresa.

Outro ponto essencial é, justamente, o aumento de armazenamento que a computação em nuvem consegue efetuar.

Uma empresa camisa polo que fornece para lojistas pode, ao exceder a sua capacidade de armazenamento de dados cadastrais de clientes, subir para a nuvem alguns deles.

Além disso, a possibilidade de habilitar edição em documentos pode propiciar uma construção conjunta da equipe.

Mesmo que seja em um ambiente online, um arquivo de texto pode ser modificado por todos os membros, levando a uma construção mais dinâmica do documento.

Por fim, diante do imperativo que têm sido as dinâmicas de home office para o mercado, a possibilidade de compartilhamento remoto em nuvem tem se tornado uma grande tendência.

Supondo que uma empresa que oferece um sistema de rastreamento veicular via satelite esteja com seus funcionários em modo remoto.

A partir da computação em nuvem, todos os dados e documentos poderão ser compartilhados como se todos tivessem no mesmo lugar.

O que é computação em nuvem?

Entender, portanto, quais são os mecanismos mais utilizados pelo mercado diante das novas tendências é fundamental.

A questão da computação em nuvem vai muito além do que uma simples política de armazenamento. 

Esse conjunto de ferramentas estão relacionadas a mecanismos de tecnologia que não precisam dispor de dispositivos locais para efetuar algum serviço.

Sua nomenclatura, também, chama a atenção pela conexão com elementos naturais tão corriqueiros.

Na verdade, a ideia de nuvem consegue ilustrar muito bem as funcionalidades desse tipo de computação.

Afinal de contas, a partir do armazenamento em servidores em outros lugares, o dispositivo local consegue acessar certos arquivos e softwares como se eles estivessem acima desses elementos.

Uma empresa que vende camisa de malha silkada, por exemplo, pode utilizar esse mecanismo para os seus funcionários remotos.

Ao acessar alguns documentos abertos, é possível que uma equipe de design comece a construir uma série de estampas em conjunto, como se todos estivessem no mesmo local.

Tipos de nuvens

Antes de levantar algumas dicas para a implementação da computação em nuvem em uma empresa, é preciso entender quais são os principais tipos de nuvens.

Entender quais são as diferenças entre elas pode, inclusive, fornecer um panorama completo sobre o que é a computação em nuvem.

Nuvem pública

As nuvens públicas têm a capacidade de efetuar um armazenamento de forma compartilhada com uma série de pessoas.

Esse é o mecanismo mais tradicional e o primeiro que vem à mente quando esse tema é levantado. 

Afinal de contas, é nessa modalidade que as grandes empresas apostam ao criar aplicativos de expansão de memória via nuvem.

Nuvem privada

Diferente das nuvens públicas, a privada tem um caráter de uso pessoal e que vai corresponder apenas ao acesso do usuário.

Ela pode ser útil para um funcionário que trabalha em modelo híbrido e, eventualmente, utiliza mais de um computador.

Se, por exemplo, ele tiver elaborando um projeto sobre estrutura metálica para garagem residencial, é possível enviá-lo para essa nuvem, possibilitando, assim, que o trabalho tenha a sua sequência em outro ambiente.

Modelos de computação em nuvem mais utilizados

Diante da grande capacidade que essas ferramentas têm de facilitar a vida das empresas, alguns sistemas são mais utilizados. É certo, também, que há uma infinidade de possibilidades de computação em nuvem, mas é preciso ressaltar as duas mais essenciais.

SaaS

Essa estrutura é um pouco mais complexa, uma vez que ela é relacionada aos softwares de serviço.

Ou seja, o que está na nuvem é todo o funcionamento de algum programa específico que não precisa rodar no computador local.

Se, por exemplo, um fornecedor de embalagens para delivery utilizar um CRM remoto, não precisará ter nada daquilo armazenado em seu sistema para que o funcionamento seja garantido.

IaaS

Esses são os sistemas mais tradicionais de nuvens. Essa sigla significa infraestrutura de serviço e tem o objetivo de fazer o armazenamento de dados.

Os sites mais tradicionais de armazenamento em nuvem podem entrar nesse tipo de categoria.

Motivos para aplicar a computação em nuvem

As dinâmicas digitais propiciaram uma série de ferramentas que, em grande medida, vão ajudar as empresas a sobreviverem dentro dele.

Por conta disso, é importante ressaltar algumas possibilidades que a computação em nuvem fornece para a sobrevivência de quem as adota.

Dinâmicas tecnológicas

A partir da grande demanda de inovações, o mercado acaba sustentando que suas empresas precisam se adaptar.

Em outras circunstâncias, esse tipo de modificação poderia acarretar em uma série de sobrecargas aos dispositivos de uma empresa.

Contudo, a computação em nuvem possibilita que essas modificações sejam feitas com simples trocas de servidores, representando um risco menor para a empresa.

Redução de custos

Reduzir os custos a partir de dinâmicas remotas é, na verdade, o grande atrativo para a adoção desses pontos.

Uma empresa que mantém uma política de compartilhamento de dados em nuvens pode, por exemplo, utilizar um coworking sala individual e não ter tantos gastos com a manutenção predial.

Além disso, a redução de custos pode vir do fato de não ser preciso adotar máquinas muito potentes para a execução desses arquivos.

Escalabilidade

Por fim, um dos pontos que pode garantir a sobrevivência das empresas que adotam a computação em nuvem é, em grande medida, a escalabilidade.

Isso se dá, sobretudo, por conta da capacidade de ajuste que esses sistemas podem possuir.

Ou seja, se houver a necessidade de aumentar o armazenamento ou mesmo de contratar um softwares mais potente para determinada área, tudo isso será possibilitado.

Considerações finais

É certo que as tecnologias digitais vieram para ocupar diversos espaços dentro do mercado que, via de regra, vão formando novos paradigmas.

A computação em nuvem é um desses casos. Além disso, ela representa, na verdade, um avanço da tecnologia digital.

Ou seja, o que antes representava uma dinâmica de computadores locais executando tudo, agora, pode ter isso transposto para servidores remotos.

Antes de tudo, para entender o que é computação em nuvem, é preciso definir o porquê da utilização dessa metáfora.

A palavra nuvem é empregada, nesse sentido, para mostrar que aquele dispositivo está acessando algo que, aparentemente, está no ar.

É fato que essa é só uma percepção. Esse recurso é utilizado para possibilitar o acesso a arquivos ou softwares que estão armazenados em um servidor.

Esse processo, por sua vez, precisa de uma conexão de rede entre todos os entes que irão efetuar essa armazenagem.

Um jeito fácil de entender sobre essa questão é a utilização de uma rede particular de uma empresa, onde os computadores conseguirão acessar todos os arquivos daquela rede.

No caso da computação em nuvem, isso é elevado a uma potência inimaginável em que tudo é compartilhado com todos.

Porém, existem dois tipos essenciais de armazenamento em nuvem: o público e o privado. O primeiro está relacionado ao acesso em que todos podem utilizar e o segundo é caracterizado pelo uso privado.

Além disso, é importante mencionar os tipos mais utilizados para esses armazenamentos: os SaaS e os IaaS.

Os IaaS são os mais tradicionais e fazem referência aos sistemas de armazenamento que as grandes empresas de tecnologia disponibilizam.

Já os SaaS são elementos mais complexos, pois disponibiliza todo um funcionamento de sistemas de forma remota.

A partir da compreensão geral do que são os armazenamento em nuvens, é possível entender como uma empresa pode sobreviver nesse mercado.

Diante das potencialidades que esse conjunto de ferramentas tem, a sobrevivência pode estar amparada, sobretudo, em três delas:  tecnologias dinâmicas, redução de custos e escalabilidade.

Com base em todos esses pontos, surge a necessidade das empresas considerarem a adoção da computação em nuvem para otimizarem seus processos. 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.